Uma estudante de Design da Jacksonville University, na Flórida, conseguiu um estágio de UX na IBM — e a história de como isso aconteceu é daquelas que valem a leitura. Seu nome é Madison Freeman, e a origem de tudo não foi uma sala de reuniões chique nem um evento de recrutamento badalado. Foi o LinkedIn. Sim, aquela rede que muita gente ainda subestima e deixa de lado achando que não vai fazer diferença nenhuma na vida profissional. 😅
Madison não chegou até uma das empresas de tecnologia mais reconhecidas do mundo por acaso. O caminho dela foi construído com consistência, aprendizado prático e um empurrãozinho certeiro que veio de dentro da própria universidade. O interessante é que essa história revela algo maior sobre como preparação real, orientação certa e curiosidade desde cedo podem abrir portas que pareciam distantes demais. E olha que o destino final que Madison tem em mente vai muito além da IBM: ela mira o Vale do Silício, com empresas como Google e Apple no horizonte. 🚀
De Jacksonville para o time da IBM: como tudo começou
Madison Freeman é estudante de Design na Jacksonville University, uma instituição que vem ganhando espaço no mapa das universidades americanas que levam a formação em tecnologia e design a sério. O ponto de virada na trajetória dela aconteceu dentro de uma aula chamada Creative Entrepreneurship, ministrada pela professora Katie Webber. Foi nessa disciplina que Madison foi incentivada a levar o LinkedIn a sério — não como uma vitrine vazia, mas como uma ferramenta profissional de verdade.
E funcionou. Pouco tempo depois de começar a usar a plataforma com mais estratégia, Madison encontrou a inscrição para um estágio bastante concorrido de UX Design na IBM, dentro do time de DevOps. Ela se candidatou e encarou um processo seletivo que durou cerca de dois meses. Não foi simples. A IBM é conhecida por ter processos rigorosos, e o dela incluiu uma entrevista técnica e uma conversa individual com quem viria a ser sua futura gestora.
No fim, deu tudo certo. Madison aceitou a posição, onde vai fazer exatamente aquilo que passou a carreira universitária inteira se preparando para fazer: projetar experiências digitais intuitivas, centradas no ser humano e em larga escala. Ou seja, não é um estágio qualquer de tirar café e organizar planilhas — é uma oportunidade real de trabalhar com design de impacto dentro de uma gigante da tecnologia.
O papel da professora Katie Webber nessa jornada
Grande parte da preparação de Madison foi moldada justamente pela aula da professora Katie Webber. E aqui vale um destaque, porque nem toda formação acadêmica consegue fazer essa ponte com o mundo real. Webber não ficou só na teoria do design. Ela equipou os alunos com ferramentas práticas de carreira, guiando cada um deles por estratégias de LinkedIn, desenvolvimento de portfólio e boas práticas na hora de montar o currículo.
Mais do que isso: ela passava projetos que espelhavam tarefas reais de design, aquelas que os estudantes de fato encontrariam dentro de uma empresa depois de formados. Esse tipo de abordagem faz uma diferença enorme quando chega a hora de encarar processos seletivos, porque o portfólio já existe, já foi testado e já passou por feedbacks reais. A própria Madison resumiu bem esse impacto.
Ela não ensinou só design pra gente. Ela ensinou como ser designer no mundo real, contou Madison. Esse estágio é a oportunidade perfeita para aplicar tudo o que venho aprendendo e construindo na JU em um ambiente real e de alto impacto.
Esse é o tipo de orientação que faz toda a diferença em áreas como UX Design, que ainda são mal compreendidas por muita gente que contrata. Quando alguém de dentro do mercado ajuda a direcionar o portfólio, o discurso e a forma de se apresentar, o processo fica mais assertivo e menos baseado em tentativa e erro.
Uma paixão que começou muito antes da faculdade
A relação de Madison com design e tecnologia não nasceu na universidade. Ela começou bem antes, ainda no ensino fundamental — o famoso middle school por lá. Foi nessa época que ela decidiu aprender HTML e JavaScript por conta própria, sozinha, movida pura e simplesmente pela curiosidade. E não parou na teoria: começou a construir seus próprios sites e até videogames. 🎮
O que era brincadeira e exploração acabou se transformando em algo maior. Em algum momento, Madison percebeu que a aplicação mais significativa das habilidades dela não era só criar coisas bonitas ou funcionais, mas usar tudo isso para ajudar pessoas de verdade. Foi aí que a curiosidade virou vocação. E essa mudança de perspectiva é o que separa quem faz design tecnicamente competente de quem faz design com propósito.
UX/UI design não é só sobre fazer algo parecer bonito ou funcionar de forma suave, explicou Madison. É sobre entender o que a pessoa realmente precisa, onde ela está travando, e projetar uma solução que genuinamente torne a experiência dela melhor.
Essa visão diz muito sobre por que ela se encaixa tão bem em um contexto como o da IBM. Design centrado no usuário é exatamente sobre isso: escutar, observar, entender a dor de quem usa e transformar tudo isso em soluções concretas.
O que o estágio na IBM representa e o que vem depois
O estágio na IBM é apenas um passo dentro de uma jornada muito maior. O objetivo de longo prazo de Madison é conquistar uma posição de UX Design em uma empresa como Google ou Apple — em algum lugar onde o trabalho dela possa alcançar milhões de pessoas. E convenhamos, quando você começa a carreira já mirando o Vale do Silício com essa clareza, fica evidente que tem estratégia por trás, não só sorte.
O que esse estágio representa para Madison vai muito além de um nome forte no currículo. Ela vai aprender como uma das maiores organizações de tecnologia do mundo pensa sobre design, sobre processo e sobre colaboração entre times multidisciplinares. Trabalhar dentro de um time de DevOps, aliás, é uma experiência particularmente interessante para quem vem do UX Design. Isso porque ferramentas de engenharia também precisam ser usadas por pessoas — e pessoas se frustram, perdem tempo e cometem erros quando as interfaces são confusas ou mal pensadas. Trazer olhar de design para dentro de contextos técnicos é uma tendência que empresas do porte da IBM já entenderam há um bom tempo.
O diferencial de estudar em uma universidade menor
Um detalhe que a própria professora Katie Webber fez questão de destacar é a vantagem de estudar em uma instituição de porte menor como a Jacksonville University. Segundo ela, um dos aspectos únicos de ser estudante ali é que os professores conseguem oferecer estudos independentes para alunos motivados. Isso dá a oportunidade de personalizar a formação e explorar áreas de interesse com muito mais profundidade do que uma grade padrão permitiria.
E Madison vai aproveitar exatamente isso. No outono, ela vai fazer um estudo independente com a própria Webber, focado em User Experience e Interface Design. O plano do curso é desenvolver um painel de dados, o famoso data dashboard, além de um novo produto trabalhado do conceito até a finalização completa. Ou seja, ela vai continuar acumulando projetos de peso mesmo enquanto encara o estágio na IBM.
O que essa história ensina sobre carreira em tecnologia
A trajetória de Madison Freeman é um ótimo exemplo de algo que a área de tecnologia vem mostrando com mais força nos últimos anos: consistência e posicionamento inteligente valem tanto quanto o diploma. Não que a formação não importe — a Jacksonville University claramente ofereceu uma base sólida. Mas o que fez a diferença foi a combinação entre o aprendizado acadêmico e a forma como ela construiu sua presença profissional fora da sala de aula.
O LinkedIn foi uma ferramenta, não um fim em si mesmo. Madison não esperou o mercado aparecer na porta da sala de aula. Ela foi atrás, aprendeu a programar sozinha ainda adolescente, mergulhou em projetos práticos e não ficou esperando o momento perfeito para se lançar. Essa postura — de quem age com intenção, mas sem ansiedade paralisante — é exatamente o tipo de comportamento que grandes empresas de tecnologia como a IBM valorizam em candidatos para estágios.
O talento importa, claro. Mas a disposição para aprender, errar e ajustar é o que sustenta uma carreira longa e consistente em UX Design ou em qualquer outra área da tecnologia. E se tem uma coisa que a história de Madison deixa clara, é que preparação de verdade, aliada a boas orientações e muita curiosidade, pode transformar uma estudante em alguém com o Vale do Silício no horizonte. 🎯
