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Estudante de Design conquista estágio de UX na IBM e mira no Vale do Silício

UX Design e grandes empresas de tecnologia podem parecer mundos distantes para quem ainda está na universidade. Mas Madison Freeman, estudante da Jacksonville University, provou que esse caminho pode ser bem mais curto do que parece.

Enquanto cursava sua graduação em design, ela conquistou uma vaga de estágio na IBM — uma das empresas de tecnologia mais reconhecidas do mundo — e vai atuar diretamente no time de DevOps, colocando em prática tudo que aprendeu sobre Experiência do Usuário.

O mais interessante dessa história é que tudo começou de forma bastante simples: uma aula de Empreendedorismo Criativo, uma professora dedicada chamada Katie Webber e um perfil no LinkedIn levado mais a sério.

Nada de feiras de recrutamento ou conexões privilegiadas. Só preparo, consistência e o momento certo. 🎯

Como tudo começou: do LinkedIn à vaga na IBM

Para Madison, o ponto de virada foi uma aula de Empreendedorismo Criativo ministrada pela professora Katie Webber. Nessa disciplina, os alunos eram incentivados a levar o LinkedIn a sério como ferramenta profissional. Não se tratava apenas de criar um perfil bonito — era sobre construir uma presença estratégica, com portfólio atualizado, descrições claras das experiências e conexões relevantes na área de Experiência do Usuário.

Foi justamente nessa plataforma que Madison encontrou a vaga para um estágio competitivo de UX Design na IBM, dentro do time de DevOps. A partir dali, começou um processo seletivo que durou cerca de dois meses e incluiu etapas bem exigentes: uma entrevista técnica detalhada e uma conversa individual com a pessoa que seria sua futura gestora.

Depois de passar por todas essas fases, ela aceitou a posição — e vai fazer exatamente o que passou toda a faculdade se preparando para fazer: projetar experiências digitais intuitivas e centradas nas pessoas, em larga escala.

Parece simples quando a gente resume assim, mas cada etapa exigiu preparo real. E esse preparo veio, em grande parte, da forma como a Jacksonville University estrutura seus programas de design.

Como o curso de UX Design da Jacksonville University preparou Madison

A Jacksonville University tem investido bastante em cursos que conectam teoria e mercado, e o programa de UX Design é um bom exemplo disso. Madison não estava apenas aprendendo sobre princípios de design ou assistindo a apresentações de slides. Ela estava construindo um portfólio real, desenvolvendo projetos que simulavam desafios do mundo corporativo e, principalmente, sendo orientada por professores que tinham experiência prática na área.

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A professora Katie Webber equipou os alunos com ferramentas práticas de carreira, conduzindo-os por estratégias de LinkedIn, desenvolvimento de portfólio e melhores práticas de currículo. Além disso, ela atribuía projetos que espelhavam trabalhos reais de design — o tipo de exercício que prepara de verdade para o mercado.

Esse tipo de formação faz uma diferença enorme quando chega a hora de encarar um processo seletivo em uma empresa do porte da IBM, porque o recrutador não quer só ouvir o que você estudou — ele quer ver o que você consegue entregar.

Madison reconheceu isso de forma bem direta:

Ela não apenas nos ensinou design. Ela nos ensinou como ser designers no mundo real. Esse estágio é a oportunidade perfeita para aplicar tudo que venho aprendendo e construindo na JU em um ambiente real e de alto impacto.

O que torna essa história ainda mais relevante é que ela desmonta aquela ideia de que só consegue estágio em grandes empresas quem tem contatos privilegiados ou frequenta as universidades mais badaladas do país. Madison estava em uma universidade regional, seguindo um caminho estruturado e fazendo as escolhas certas dentro do que tinha disponível. O resultado foi uma oportunidade real, em uma empresa real, com responsabilidades reais — e isso conta muito mais do que qualquer título no currículo. 🚀

Uma paixão que começou muito antes da faculdade

A relação de Madison com design e tecnologia não nasceu na universidade. Lá no ensino fundamental, ela já ensinava a si mesma HTML e JavaScript, construindo seus próprios sites e até videogames. O que começou como curiosidade adolescente foi se transformando em algo mais profundo à medida que ela percebeu que a aplicação mais significativa das suas habilidades era usá-las para ajudar pessoas.

Esse entendimento moldou toda a forma como ela enxerga o UX Design hoje. Para ela, a disciplina vai muito além de estética ou funcionalidade técnica:

UX/UI Design não é apenas fazer algo parecer bonito ou funcionar bem. É entender o que alguém realmente precisa, onde essa pessoa está tendo dificuldades, e projetar uma solução que genuinamente melhore a experiência dela.

Essa visão centrada no ser humano é exatamente o que empresas como a IBM procuram em seus profissionais de design. Não basta saber usar Figma ou criar wireframes — é preciso ter empatia, capacidade analítica e vontade de resolver problemas que impactam a vida real das pessoas. Madison carrega essa mentalidade desde muito antes de pisar em uma sala de aula universitária, e isso certamente pesou a seu favor durante o processo seletivo.

O que significa trabalhar com UX Design dentro da IBM

A IBM não é qualquer empresa quando o assunto é UX Design e Experiência do Usuário. A companhia tem uma das práticas de design mais consolidadas do setor de tecnologia, com um framework próprio chamado IBM Design Thinking, que é utilizado por times do mundo inteiro para desenvolver soluções centradas nas pessoas. Entrar na IBM como estagiária de UX significa ter contato com metodologias que muitas empresas menores ainda estão tentando implementar. É o tipo de experiência que acelera a curva de aprendizado de uma forma que nenhuma sala de aula consegue replicar completamente, por melhor que seja o curso.

Madison vai atuar no time de DevOps, que é uma área que une desenvolvimento de software e operações de infraestrutura, com foco em entregar produtos de forma mais rápida e eficiente. Trazer o olhar de UX Design para esse contexto é extremamente valioso, porque ferramentas e painéis usados por equipes técnicas também precisam ser intuitivos, bem organizados e fáceis de usar. O trabalho de quem cuida da Experiência do Usuário nesse ambiente é garantir que os profissionais que dependem dessas ferramentas no dia a dia consigam trabalhar com menos fricção, menos erros e mais produtividade — e isso impacta diretamente o resultado do negócio.

Além do aprendizado técnico, um estágio em uma empresa como a IBM oferece algo que vai muito além das habilidades de design: oferece perspectiva. Madison vai conviver com profissionais experientes de diferentes áreas, participar de reuniões que definem o futuro de produtos usados por milhares de pessoas e entender como decisões de design são tomadas dentro de uma estrutura corporativa complexa. Esse tipo de vivência transforma a forma como um profissional pensa e age, e costuma ser o diferencial que separa quem só conhece UX na teoria de quem realmente sabe aplicar os conceitos em contextos desafiadores. 💡

Os próximos passos: o Vale do Silício como meta

O estágio na IBM é apenas uma etapa dentro de um plano maior. O objetivo de longo prazo de Madison é conquistar uma posição de UX Design em empresas como Google ou Apple — lugares onde o trabalho dela pode alcançar milhões de pessoas ao redor do mundo.

Esse tipo de ambição não surge do nada. Ela é construída a partir de experiências concretas que vão dando confiança e repertório para mirar cada vez mais alto. Passar por um processo seletivo rigoroso na IBM, trabalhar em um time de DevOps com desafios reais e conviver com profissionais de altíssimo nível são exatamente os ingredientes que pavimentam o caminho para o Vale do Silício.

E a Jacksonville University continua investindo nessa trajetória. A professora Katie Webber destacou um dos diferenciais da instituição:

Um dos aspectos únicos de ser estudante na Jacksonville University é que, como uma universidade pequena, os professores podem oferecer estudos independentes para alunos motivados. Isso proporciona uma oportunidade para os estudantes personalizarem seus cursos e explorarem áreas de interesse com mais profundidade.

No semestre seguinte, Madison vai realizar um estudo independente com a professora Webber, focado em Design de Experiência do Usuário e Interface. O plano para esse curso inclui o desenvolvimento de um painel de dados e de um novo produto, levando-os do conceito à conclusão completa. Esse tipo de projeto individual, orientado por uma profissional experiente, é o tipo de oportunidade que complementa perfeitamente a experiência corporativa do estágio na IBM.

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O que estudantes de design podem aprender com essa história

A trajetória de Madison Freeman traz lições práticas que qualquer estudante de UX Design ou áreas relacionadas pode aplicar ainda durante a graduação.

Construa seu portfólio desde cedo

A primeira lição é a importância de construir um portfólio consistente sem esperar o projeto perfeito ou o momento ideal. Cada trabalho desenvolvido em aula, cada desafio proposto por um professor, cada experimento pessoal com alguma ferramenta de prototipação pode virar um case bem documentado que demonstra raciocínio de design, processo criativo e capacidade de resolver problemas reais. Recrutadores de empresas como a IBM não estão procurando perfeição — estão procurando potencial e pensamento estruturado.

Leve sua presença digital a sério

A segunda lição tem tudo a ver com presença digital. O LinkedIn deixou de ser apenas um currículo online há muito tempo. Ele é hoje uma plataforma onde profissionais compartilham aprendizados, mostram projetos, comentam sobre tendências e criam conexões que podem abrir portas de formas completamente inesperadas. Madison usou essa ferramenta de maneira estratégica, e o resultado foi visibilidade na hora certa. Para quem está estudando Experiência do Usuário e quer entrar no mercado, manter um perfil atualizado, publicar sobre os projetos que está desenvolvendo e interagir com a comunidade de design pode ser um caminho muito mais eficiente do que mandar centenas de currículos para vagas genéricas.

Valorize seus professores e mentores

A terceira lição, talvez a mais subestimada, é o valor de ter bons professores e saber aproveitá-los. A professora Katie Webber não apenas ensinou conteúdo — ela orientou, incentivou e ajudou a criar contexto para que Madison enxergasse oportunidades onde outros talvez vissem apenas mais uma tarefa. Estar em contato com professores que têm experiência de mercado, participar de mentorias, fazer perguntas além do que está no programa da disciplina e construir uma relação genuína com quem está te ensinando pode acelerar muito a evolução como profissional de UX Design. Às vezes, a oportunidade que você está buscando está mais perto do que parece — e alguém ao seu redor pode te ajudar a enxergá-la. 🎓

Comece cedo e mantenha a curiosidade viva

A quarta lição vem direto da infância de Madison. Ela não esperou a faculdade para começar a explorar tecnologia. Aprender HTML e JavaScript por conta própria no ensino fundamental mostra que a curiosidade ativa é uma das qualidades mais poderosas que um futuro profissional de UX pode cultivar. Não importa a idade ou o momento da carreira — experimentar, construir coisas e aprender fazendo sempre será mais valioso do que esperar o cenário perfeito para começar.

Por que essa história importa para o cenário de UX Design

Em um momento em que o mercado de tecnologia está cada vez mais competitivo e as empresas exigem profissionais com habilidades práticas desde o primeiro dia, histórias como a de Madison Freeman servem como um lembrete importante. O caminho para grandes oportunidades em UX Design não depende exclusivamente de onde você estuda ou de quem você conhece. Depende, acima de tudo, de como você se prepara, de como apresenta seu trabalho ao mundo e de como aproveita os recursos que estão ao seu alcance.

A combinação de uma formação prática na Jacksonville University, a orientação de uma professora comprometida como Katie Webber, uma presença digital estratégica no LinkedIn e uma paixão genuína por criar experiências que ajudam pessoas foi o que levou Madison até a IBM. E com os olhos voltados para o Vale do Silício, tudo indica que esse é apenas o começo de uma trajetória que vale a pena acompanhar.

A história de Madison é a prova de que um estágio em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo não exige um caminho extraordinário — exige dedicação ordinária, feita de forma consistente, no lugar certo e com as pessoas certas ao lado.

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Rafael

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